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Nossa Missão

Nossa Missão é desenvolver e produzir bebidas criando alternativas para atender consumidores que buscam qualidade com preços compatíveis.

Nossos Valores

Continuidade da organização através do lucro; Fortalecimento da Marca XERETA; Política comercial Leal; Desenvolvimento dos Colaboradores; Melhor produto; Preservação do Meio Ambiente.

História

A Refrigerantes Xereta, fundada em 1970 com capital totalmente brasileiro, foi criada a partir da tradição de seus fundadores na fabricação de refrigerante.A história da Xereta confunde-se com a saga de inúmeros imigrantes que vieram ao Brasil em busca de melhores oportunidades. Em 27 de julho de 1892, Caetano Schincariol solicitou na Itália autorização para emigrar ao Brasil com esposa e filhos. Ele tinha 50 anos e sua esposa Rosa Bottega, 39 anos. Devidamente autorizado como Registro número IX, Passaporte 424, a família deixou a Itália pela Linea Del Brasile, Via Pone Calvi 4 e 6 – Officio Passagieri. Com Caetano e Rosa vieram os filhos Lúcia, 17 anos, Giuseppe, 16, Pietro, 15, Alba,13, Carolina, 12, Pierina, 10, Ana Maria, 8 e Giácomo, 3 anos. O último filho do casal, Antônio, nasceu na chegada ao Brasil. Essa viagem ao Brasil foi conturbada. Segundo conta o advogado capivariano Dr. Orlando Schincariol, filho de Giácomo, seu avô Caetano vendeu as propriedades na Itália e com suas economias tinha intenção de explorar minérios no Brasil. O navio que os conduzia, VAPORE MONTEVIDEIO, desviou-se inexplicavelmente da rota e ficou por três meses preso na França. Época difícil e de muita miséria, o navio foi saqueado várias vezes e sem ter como se defender, a família Schincariol viu suas economias esvaindo-se aos poucos e o sonho da exploração de minérios no Brasil se reduziu a nada. A chegada dos Schincariol a Tietê:Sem dinheiro, com as esperanças perdidas, mas com a cultura européia na bagagem, a família Schincariol chegou ao porto de Santos em 1893. De Santos rumaram para Tietê . Pouco depois mudaram-se para Rafard e Capivari. Mais tarde começou a saga da família vencendo na vida com o início da fabricação de bebidas. O terceiro filho do casal Caetano e Rosa, PIETRO, nascido na Itália em Conegliano em 19 de julho de 1877, começou a se destacar no Brasil imediatamente. Aos 17 anos já era administrador de fazendas e respeitado pela sua cultura européia. Quando chegaram ao Brasil, os Schincariol tiveram passagem rápida por Tietê na Fazenda de Juca Alves. Em Capivari e Rafard é que a família cresceu. Um dos filhos de Pietro, Amélio, morou com seu tio Giácomo, que tinha em Capivari uma fábrica de gasosa (refrigerantes e licores). Perto da fábrica ficava o ponto de ônibus que fazia a linha Capivari/Tietê. Sempre que podia, Amélio passava sua folga conversando com o motorista e sócio proprietário dos ônibus, Bepin Serafim, que sendo de Tietê contou a ele histórias da cidade, de sua gente e dos recursos que dispunham na época.Entusiasmado com Tietê, Amélio Schincariol, mudou-se para a cidade e montou uma fábrica de refrigerantes. Época difícil e de poucos recursos, Amélio contava com o apoio de seu tio Giácomo que lhe comprou as má- quinas de encher e tapar garrafas. Apresentado pelo dono do ônibus, Bepin Serafim, aos irmãos Otávio e Guilherme Dal Coleto, Amélio conseguiu comprar deles os primeiros barris de madeira para temperar e misturar xarope. Segundo consta, Amélio comprou fiado e quando foi pagar comprou outro barril à vista. Segundo Edevar Schincariol, um dos filhos de Amélio, um fato que sempre emocionou seu pai foi a lembrança de que naquela época muita gente vinha do sítio para a cidade e deixava cavalos, carroças e charretes na fábrica de refrigerantes. Sem que pedisse, esses sitiantes o ajudavam gratuitamente na fábrica. "Era algo impressionante e isso me emocionava", dizia sempre Amélio. Em 1945 a firma Pedro Schincariol e Filhos passou a se chamar Amélio e Irmãos, pois eram sócios ele, Caetano, Natal e Antônio Romano, conhecido como Berto, que acabou se tornando por duas vezes prefeito de Tietê. De Tietê para o BrasilCom a fábrica crescendo cada um dos irmãos procuraram seus caminhos, fundando suas próprias fábricas. A fabricação de bebidas sempre esteve no sangue dos Schincariol. Os filhos de Pedro foram aos poucos casando-se e deixando Tietê. Na cidade ficaram Amélio e Berto Schincariol. Amélio teve transportadora, fábrica de refrigerantes, vinagre e depósito de bebidas. Antônio Romano, Berto, fundou a fábrica Belvedere, atual Xereta, cujo refrigerante hoje leva o nome de Tietê para todo o Brasil. Primo Schincariol foi para Itu e lá está a Cervejaria Schincariol. Natal foi para Botucatu onde existe a Cervejaria Belco. Em Assis, onde foi o destino de Caetano, há a Cerveja Malta. Adélia também foi para Itu e montou a fábrica de refrigerantes em Sorocaba e Luis em Boituva. O objetivo centrado na qualidade, com a escolha de matérias primas da melhor qualidade e com rigoroso controle de fornecedores , possibilitou a produção dos melhores refrigerantes nacionais , com uma busca contínua de novos produtos e novos tipos de embalagem. A refrigerantes Xereta possui hoje capacidade de fabricação de 35 milhões de litros por mês com a mais moderna tecnologia na produção de refrigerantes, equiparada às melhores fabricas brasileiras e mundiais.Os produtos Xereta, encontrados nos E.U.A., Japão, Angola, Libano e em todos os paises do Mercosul. são hoje o melhor exemplo da qualidade e excelência da tradição familiar Schincariol na produção de bebidas.